terça-feira, 30 de junho de 2015

QUE SEI EU DE SOLIDÃO?

Que sei eu de solidão, quando ao caminhar sozinha na praia, me deparo com a graciosidade divina da Vida, que sem nada me dizer, me fala de companhia como ninguém?  
Que sei eu de solidão, quando esbarro com a grandeza das pequenas coisas, aquelas que, sem medo brotam de cada poro da Mãe Terra numa inigualável e perfeita harmonia?
Que sei eu de solidão sempre que só me sinto acompanhada e acompanhada tantas e tantas vezes me sinto só?
Que sei eu de solidão perante a certeza de que tudo me acolhe, desde que me permita ser acolhida?
Talvez saiba pouco, muito pouco.

Ou...quem sabe… nada mesmo! :-)

( Texto inspirado na reluzente alforreca da foto) :-)    

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